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O Bolo de casamento

O bolo de casamento, mas do que adoçar a noite dos convidados, ele possui uma história e hoje falaremos sobre isso.

Nos casamentos da época do Império Romano, era tradição que um bolo – na verdade, um pão doce – após ser provado pelo noivo, fosse quebrado sobre a cabeça da noiva, como símbolo do domínio dele sobre ela e do fim da virgindade da moça. Os convidados costumavam então recolher a migalhas que, acreditavam lhes trariam sorte.

Mais tarde, na Inglaterra Medieval, era comum os convidados trazerem ao casamento pequenos doces que eram empilhados uns sobre os outros. Se os noivos conseguissem se beijar sobre essa pilha de doces, teriam um casamento fértil e feliz. Assim, acreditamos que na origem do bolo de casamento de vários andares.

Foi na França, em 1553, com o casamento de Catarina de Médici (uma apaixonada por culinária) com o rei Henrique II, que o bolo ganhou a importância que tem hoje. A rainha mandou fabricar um pão de ló decorado e feito em andares.

O bolo de casamento de três andares teria, segundo Barrozo (2015, p.9), um sentido: o primeiro andar seria o compromisso, o segundo, o casamento, o terceiro, a eternidade. Para as cortes européias, a altura do bolo demonstrava o poder e a riqueza das famílias que se uniam; portanto, quanto mais altos, melhor.

E atualmente temos reinventado e acrescentando várias histórias em torno da tradição do bolo de casamento. E claro, deixando os convidados cada vez mais encantados com essas verdadeiras obras de arte.

CURIOSIDADE: Na Inglaterra, era costume dos convidados solteiros do casamento colocar uma fatia do bolo sob seu travesseiro à noite para que sonhassem com a pessoa com a qual se casariam.

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